Séries| A minha opnião da 5ª temporada de OITNB



Orange is the New Black é daquelas raras séries que tem vindo a melhorar de temporada para temporada. A quarta foi mesmo a minha favorita, super intensa e com um final que de certeza deixou todos os fãs a roer as unhas pela nova temporada que finalmente chegou.
O #PousseyRIOT está instalado e a 5ª temporada desenrola-se em 72h de acontecimentos. 
E claro, já está disponível no Netflix.

---------- Spoilers ----------




Claro que estávamos curiosos se a 5ª temporada se iria igualar em termos de qualidade à anterior mas era algo dificil de acreditar e posso já confirmar que não acontece. Mesmo sem o impacto e enredo da quarta temporada, esta coloca pontos em muitos «is» que ficaram soltos ao longo de vários episódios. 
Mesmo com a escolha de basear a temporada na rebelião, a série não me pareceu arrastada, mesmo que algumas escolhas e ideias fossem um pouco idiotas na minha perspectiva. Na maior parte do tempo a série consegue sustentar a trama sem nos desiludir.
Pontos sobre a temporada: 
  • A Piper (Taylor Schilling) deixa de ser principal e está no banco. Já era tempo de darem o protagonismo a outra.
  • Daya (Dascha Polanco) vai andar perdida depois de algumas escolhas e ações idiotas (a que já nos habitou) mas depois vai tomar a decisão de contar a verdade, que é mentira, à mãe de Mendez sobre a bebé estar viva.
  • Neste caso o protagonismo é da Taystee (Danielle Brooks) que assumiu o papel de representante do núcleo afro-americano e vai ter grandes momentos nesta temporada seja a defender e honrar a memória da melhor amiga, seja com o seu papel nas negociações da rebelião.
  • Os flashbacks continuam e são das minhas partes favoritas, adoro entender o porque das atitudes delas e como foram parar àquele ponto das suas vidas. A melhor sequência de flashbacks da temporada é de Watson (Vicky Jeudy) que mostra a origem da revolta com o sistema de privilégios raciais.
  • Os vilões vão aparecendo sendo que Humphrey (Michael Torpey) tem o fim merecido ao longo da temporad e Piscatella (Brad William Henke) mostra que é mais problemático do que imaginávamos e só nos últimos minutos do último episódio é que tem o seu desfecho. Sim, vou deixar-vos na expectativa. E finalmente, George Pornstache Mendez (Pablo Schreiber) volta a aparecer nesta temporada. 
  • “Flaritza” a dupla formada por Flaca (Jackie Cruz) e Maritza (Diane Guerrero) trazem o elemento cómico a que OITNB já nos habituou com os seus vídeos tutoriais e as suas transformações. 
  • Na morte de Poussey - na última temporada - fizeram uma ligação explícita a Eric Garner assassinado em julho de 2014 por polícias de Nova York por uso excessivo de força e na quinta temporada voltam a referir o caso e a outros do mesmo género quando Figueroa (Alysia Reiner) pede a Taystee que confie no «sistema» e a presidiária argumenta num discurso inspirado o porquê de não conseguir, enumerando alguns exemplos.

A nova temporada conclui alguns pontos e deixa outros, mas volta a encerrar com um cliffhanger muito poderoso que deixou-me e de certeza que deixará os espectadores ansiosos para as possibilidades da sexta temporada. 
Se ainda não viste esta é daquelas séries para agarrares num pote de pipocas (ou outro snack à escolha) e fazeres uma maratona!)

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